A exuberância de Cunha e a Revolução de 32
A estância climática de Cunha tem suas origens por volta de 1695. Nessa época, muitos aventureiros subiam a serra pela trilha dos Guaianás com destino ao sertão de Minas Gerais, atraídos pela notícia de que havia ouro e pedras preciosas naquela região. Com isso, Cunha, que era conhecida como Boca do Sertão, tornou-se parada obrigatória para descanso e reabastecimento das tropas.
Em 1932 a cidade foi palco de batalha na Revolução Constitucionalista, quando um batalhão da marinha, composto de 400 praças, subiu a Serra do Mar com a intenção de chegar a São Paulo pelo Vale do Paraíba. Os combates no município duraram três meses e nesse período a cidade conheceu seu herói e mártir, o lavrador Paulo Virgínio, que foi morto por não revelar a posição das tropas paulistas. Em homenagem a esse cidadão foi construído um monumento às margens da estrada Cunha-Paraty.
Localizada no Alto Paraíba, o município ocupa 1.410 quilômetros quadrados de colinas e montanhas aninhadas entre as serras do Quebra-Cangalha, da Bocaina e do Mar. Limita-se com Ubatuba, São Luiz do Paraitinga, Lagoinha, Guaratinguetá, Lorena, Silveiras, Areias e São José do Barreiro, no Estado de São Paulo, e com Paraty no Estado do Rio de Janeiro. O Parque Nacional da Bocaina oferece vistas panorâmicas incríveis e cachoeiras pouco conhecidas. As cachoeiras, algumas ainda inexploradas, são um sinal da fartura de água, que faz de Cunha uma região de mananciais. Suas terras abrigam o berço dos rios Paraitinga e Paraibuna, que formam quilômetros adiante o lendário rio Paraíba do Sul, que deságua no litoral fluminense.As principais atividades econômicas são a pecuária leiteira e de corte e as culturas de milho, feijão e batata. Nos últimos anos vem crescendo o turismo como nova atividade do município, assim como a produção de trutas, cogumelos e artesanato. Destaca-se também a cerâmica de alta temperatura, que tem atraído muitos turistas.
Fonte: www.cunha.sp.gov.br
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