Ato público homenageia luta contra a ditadura
Nesta quinta-feira, 17/11, no auditório Paulo Kobayashi, foi realizado ato público por anistia, reparação e justiça aos perseguidos políticos da Convergência Socialista (CS), do Partido Social Trabalhista (PST) e da Liga Operária pela ditadura, instaurada pelo golpe militar de 1964.
Segundo Carlos Giannazi (PSOL), que solicitou a audiência, o objetivo do ato foi pressionar o estado brasileiro a reconhecer e indenizar os ex-presos políticos e as famílias de mortos e desaparecidos durante o regime de exceção, instaurado no período de 1964 a 1985.
"O governo brasileiro tem uma dívida política e financeira para com os que lutaram contra a ditadura", disse. Giannazi também citou projeto de sua autoria que originou a Lei 14.594/2011, instituindo o Dia Estadual em Memória dos Mortos e Desaparecidos Políticos, a ser celebrado anualmente em 4 de setembro. O deputado afirmou que a Lei de Anistia precisa ser revista, pois anistiou torturadores.
Estiveram presentes à reunião o vice-presidente da Comissão de Anistia, ligada ao Ministério da Justiça, Egmar de Oliveira, o representante dos ex-presos políticos da organização Convergência Socialista (CS), Bernardo Cerdeira, o também ex-preso político e atual presidente do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), José Maria de Almeida, e o deputado Adriano Diogo (PT). "Este ato é uma homenagem às vítimas da ditadura, em especial aos membros da CS, uma reafirmação do compromisso de resgatar a memória dos que lutaram pelas conquistas sociais de que hoje todos desfrutamos, e um apelo para a abertura dos arquivos daquele período. Só pode haver justiça quando forem punidos todos os agentes do Estado que cometeram crimes contra a humanidade". Adriano Diogo, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, lembrou que ainda hoje existem correntes políticas favoráveis à repressão política, e que, portanto, a luta continua.
Os participantes do evento expressaram seu apoio aos estudantes da USP na recente intervenção da Polícia Militar no campus da faculdade. Também compareceram ao evento representantes dos movimentos pelos direitos humanos.
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