20 anos da Constituinte Estadual de 1989 -José Mentor : Reconhecimento dos pequenos e distantes distritos
Qual era o clima antes da Constitutinte?
Já havia, na verdade, uma preparação, todo um clima, no eleitorado, nos agentes políticos, preparando o momento de se escrever a nova Carta. A expectativa era muito grande.
Quando fomos realizar o trabalho de verdade, aqui no dia-a-dia, observamos uma participação popular muito acentuada. Sentimos que a comunidade, o povo como um todo estava interessado, estava com a vontade política de fazer, o que resultou em uma participação muito grande da população. Eu acredito que isso tenha ajudado a caminhar alguns passos, e que não teríamos avançado se não houvesse essa participação.
Nós do PT, que andávamos pelo Estado todo, percebemos que havia distritos que eram do mesmo tamanho ou até maiores que suas cidades sede, que, às vezes, estavam distantes centenas de quilômetros da sede dos municípios. Então precisavam e mereciam ter vida própria. A vida como distrito trazia à população daqueles locais uma situação de muita dificuldade. À medida que se proporcionou a emancipação desses distritos, e isso aconteceu a partir dessa Constituinte, houve uma melhoria na qualidade de vida da sua população. Hoje se tornaram grandes cidades, se desenvolveram e contribuem para um desenvolvimento maior do Estado de São Paulo.
Qual a sensação ao final dos trabalhos?
A promulgação foi o grande momento da Carta, porque foi a realização de todos os sonhos, de todos os projetos que eram passíveis de serem colocados no seu texto. Foi a grande consagração popular. Eu me recordo que o atual presidente da Assembleia, Barros Munhoz, que foi o presidente da Comissão de Sistematização, foi muito ágil, sempre muito direto e objetivo. Permitiu a possibilidade de agregar o máximo possível de pleitos da sociedade: tudo o que foi possível se agregar, foi agregado.
Claro que alguma coisa sempre fica faltando e a gente percebe isso hoje, passados 20 anos. Mas o que se podia fazer naquele momento, foi feito e nós conseguimos andar.
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