Pai de dentista assassinado quer acesso de mais pessoas ao julgamento de acusados
Jonas Sant"Anna, pai do dentista Flávio Sant"Anna, morto em fevereiro de 2004 por policiais militares após ser detido no aeroporto de Guarulhos, quer que a família da vítima tenha mais acesso ao julgamento dos acusados, que acontece nesta quarta-feira, 3/8, no 2º tribunal do júri em São Paulo.
O pai da Flávio esteve na Assembléia Legislativa na sexta-feira, 22/7, com o intuito de mobilizar grupos que combatem o racismo, incluindo movimentos que atuam no Legislativo paulista e deputados, para que reivindiquem a concessão de mais credenciais para que a família e representantes de ongs possam assistir ao julgamento. Jonas explicou que a família tem direito a apenas cinco senhas, enquanto cada réu também terá direito ao mesmo número. Jonas quer que o julgamento seja acompanhado pelo maior número possível de familiares e de pessoas ligadas ao movimento negro, na espera de que essa participação maciça influencie o júri popular.
O julgamento
O dentista Flávio Sant"Anna foi preso no aeroporto após ter sido confundido como autor de um assalto a Antonio dos Anjos. Depois de alvejarem Flávio com dois tiros no peito, os policiais coagiram Antonio a afirmar que o dentista era o assaltante, de forma a justificar a morte de Flávio, caracterizando fuga e resistência à prisão. Entretanto, Antonio dos Anjos acabou desmentindo seu primeiro testemunho e se tornou a testemunha chave do julgamento desta quarta-feira.
O tenente Carlos Santos, o cabo Ricardo Rivera e o soldado Luciano Dias serão julgados por homicídio qualificado, fraude processual (montagem da cena do crime) e porte ilegal de arma. Pelos três crimes, cada um pode ser condenado a até 38 anos de cadeia. Eles já estão presos.
Aguardam o julgamento em liberdade os soldados Ivanildo Cruz e Deivis Lourenço, cujos crimes atribuídos são fraude processual e porte ilegal de arma, com pena de até oito anos cada um. Os soldados Edson Assunção e Magno Moraes são acusados de coação a testemunho.
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