A vitalidade cromática de Yamada cadenciada de ritmos pessoais
As ruas, as avenidas, os cafés de esquina dão ao pintor Yamada a sensação de flagrante vitalidade, uma certa alegria de luzes, formas e cores. O artista impregna as imagens da metrópole, através de um cromatismo aquarelado, filtrando até a mais límpida silabação de tons, onde o peso das cores é cadenciado de ritmos pessoais.
Cor, luz e forma adquirem em suas obras uma própria autonomia expressiva na visão de conjunto das imagens. O artista representa com sinceridade, na tela, o mundo que o circunda, evidenciando e retratando as figuras humanas de uma forma quase "naif". Valendo-se de uma boa técnica consegue, de maneira eficaz, transmitir o ambiente que procura retratar com fidelidade.
A pintura de Yamada apresenta-se, na sua essencialidade, como o resultado de uma cuidadosa busca de temas atuais e profundamente vividos, porque sugeridos pelo ambiente que o cerca, e exercita sobre o artista um estímulo profícuo de sensações simples, mas bem estruturadas.
Na obra "Cidade de São Paulo", doada ao Museu de Arte do Parlamento de São Paulo, o artista destaca a simplicidade de sua arte, ao mesmo tempo que reafirma ser uma manifestação de amor longe de qualquer modismo.
O artista
Yamada, pseudônimo artístico de Hikoji Yamada, nasceu em Gifu-Ke, Japão, em 1937. Chegou ao Brasil em 1958, trabalhando inicialmente na área de agricultura na região de Mogi das Cruzes, transferindo-se posteriormente para São Paulo, onde se dedicou ao comércio.
Após aposentar-se passou a se dedicar à pintura, estudando, a partir de 1991, com um professor de arte. Atualmente é diretor-presidente do Gifu-Kkenjin-Kai do Brasil (Associação Gifu no Brasil).
Participou de exposições na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, SP (2002, 2003 e 2007); "Os Caminhos de Dez Artistas Imigrantes no Brasil Pós-Guerra" e "Integração da Arte Nipo-Brasileira", Espaço Cultural do Consulado Geral do Japão em São Paulo (2005 e 2006); "Pré-Centenário da Arte Nipo-Brasileira", Espaço Cultural do Consulado Geral do Japão em São Paulo (2007).
Possui obras em coleções particulares e oficiais, notadamente no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo.
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