Nextel, Claro e Vivo prestam esclarecimentos à CPI da Telefonia
Representantes da empresas Nextel, Claro e Vivo compareceram à reunião da CPI da Telefonia nesta quarta-feira, 11/6, para prestar esclarecimentos sobre os serviços e as operações fiscais dessas operadoras no Estado de São Paulo. Presidida pelo deputado Baleia Rossi (PMDB), a Comissão teve início com a exposição de Alfredo Ferrari, da Nextel.
A empresa, segundo Ferrari, tem como maior acionista um grupo norte-americano, atua no Brasil desde 1997, já investiu mais de R$ 5 bilhões no país e tem aproximadamente 1,4 milhão de usuários atualmente. Questionado pelo deputado Said Mourad (PSC), o representante da empresa respondeu que não há subsídio na venda de seus aparelhos, que o serviço de call center não é mais terceirizado e que esses atendimentos não são feitos através de gravação. Sobre reclamações e multas do Procon ou da Anatel, ele afirmou que a empresa sofreu, recentemente, duas multas pequenas da Anatel, sendo que ambas já foram pagas.
O representante da Claro, Miguel Rui Filho, diretor de clientes da empresa cujo capital vem de um grupo mexicano, confirmou em seu depoimento que esta operadora, em busca de expansão de mercado, tem uma atuação "agressiva". A empresa, que faz ligações para usuários de outras empresas, oferecendo serviços afirmou a Mourad que não considera tal prática gere incômodo, pois possibilita aquisição de ofertas.
Em relação a essas abordagens, o deputado Marco Bertaiolli (DEM), ao saber que a Claro compra o banco de dados para realizar as ligações, solicitou cópias de tais contratos, pois, inexiste legislação a respeito desse tipo de comercialização, que pode, no entendimento de Bertaiolli, "afetar a confidencialidade dessas informações".
Questionado por Mourad, ele afirmou que a empresa tem procurado se adequar à Resolução 477 da Anatel, que confere mais transparência e garantias aos clientes. Miguel Rui respondeu também que o atendimento terceirizado do call center da empresa é tão satisfatório quanto o feito pela própria empresa.
A Vivo também comercializa aparelhos subsidiados, mas alegou que todas as operações fiscais são feitas de forma regular. Embora pertença ao mesmo grupo econômico da Telefônica, Carlos Alexandre Cipriano, responsável pela regional São Paulo, disse que entre as duas empresas obedecem às mesmas regras válidas para qualquer empresa.
Ao final, o presidente Baleia Rossi disse que as empresas deverão responder por escrito os questionamentos que não foram respondidos nesta reunião.
Notícias mais lidas
- Projeto Cívico-Militar começa em 100 escolas de SP na segunda-feira, 2/02
- Alesp aprova e motos de até 180 cilindradas não pagam mais IPVA em SP
- Plenário da Alesp aprova Orçamento estadual para 2026; receita prevista é de R$ 382,3 bilhões
- Dezembro Vermelho: pesquisas de cura do HIV avançam em universidade pública paulista
- Deputada aprova isenção de IPVA para motos até 180 cilindradas
- Projeto que dá direito à merenda escolar a profissionais da educação avança na Alesp
- Seduc pretende substituir professores de educação especial por cuidadores sem formação
- Lei nacional reconhece professoras de educação infantil como integrantes do magistério
- Sessão Inaugural abre trabalhos legislativos da Alesp em 2026
Lista de Deputados
Mesa Diretora
Líderes
Relação de Presidentes
Parlamentares desde 1947
Frentes Parlamentares
Prestação de Contas
Presença em Plenário
Código de Ética
Corregedoria Parlamentar
Perda de Mandato
Veículos do Gabinete
O Trabalho do Deputado
Pesquisa de Proposições
Sobre o Processo Legislativo
Regimento Interno
Questões de Ordem
Processos
Sessões Plenárias
Votações no Plenário
Ordem do Dia
Pauta
Consolidação de Leis
Notificação de Tramitação
Comissões Permanentes
CPIs
Relatórios Anuais
Pesquisa nas Atas das Comissões
O que é uma Comissão
Prêmio Beth Lobo
Prêmio Inezita Barroso
Prêmio Santo Dias
Legislação Estadual
Orçamento
Atos e Decisões
Constituições
Regimento Interno
Coletâneas de Leis
Constituinte Estadual 1988-89
Legislação Eleitoral
Notificação de Alterações