Mie Kobayashi elimina o supérfluo incluindo somente elementos essenciais
Mie Kobayashi ama a natureza. Essa constatação surge espontânea a quem tem a ocasião de admirar seus quadros. Flores, árvores, folhagens se animam de uma força misteriosa, tornam-se algo vivo, palpitante. Com extremo bom gosto, ela elimina da tela o supérfluo, incluindo somente os elementos essenciais à vida do quadro, reespelhando no seu animo a beleza eleita da natureza.
Mie Kobayashi, que veio recentemente ao Brasil para descobrir a natureza tropical, cria flores misteriosas, humildes e suaves. No momento atual, em que o problema ecológico se faz mais sentir, elas estimulam a sua criatividade e com eles instaura seus colóquios artísticos.
Rica de naturalidade e de silêncio, ela possui o dom e a delicadeza da composição, sobretudo revelando com minuciosa habilidade proposições verdadeiramente apreciáveis, usando um monocromatismo de tintas tênues. Hoje, com a suavidade de sua natureza, com a segurança de seu trato, com a modéstia de sua convicção, a artista é considerada uma das belas realidades da pintura japonesa.
Em Flores de primavera, obra doada ao Acervo Artístico da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, a artista exclui de sua pintura muitas partes do real e cria uma síntese toda sua com dois modos de ser da realidade. Na variedade de flores que encontramos em seus quadros deve-se procurar a flor que não seja tipicamente oriental. Não a encontraremos!
A Artista
Pintora figurativa, Mie Kobayashi, nasceu em 1948 em Nagasaki, província de Yokohama, no Japão. Embora desde a mais tenra idade tenha se interessado por todo tipo de artes, somente a partir de 1983, tendo como mestre o professor e artista Yutaka Sasaki, passou a freqüentar, durante 8 anos, a Escola de Arte Asahi Cartier School.
Realizou inúmeras viagens através das Américas a começar pelo Canadá e pela quarta vez visitou em 2004 o Brasil, a fim de buscar inspiração e material para pintar flores, cidades e artes típicas de cada região.
No ano de 1988 participou de diversas exposições em Tokyo, em Ueno, e, particularmente, na província de Yokohama; Em 2000 Realizou uma mostra individual na Quebec Gallery, no Canadá.
Possui obras em acervos particulares e oficiais do Japão, do Canadá e no Brasil, notadamente em São Paulo no Acervo Artístico da Assembléia Legislativa do Estado.
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