Moradores e comerciantes de Moema sofrem com a falta de vagas para carros
Diante da recente uma medida da prefeitura paulistana que reduziu o número de vagas de estacionamento para uma readequação viária, os moradores do bairro de Moema participaram de uma audiência pública nesta terça-feira, 11/5, na Assembleia Legislativa. A mesa de debates foi composta pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL) e representantes de comerciantes e moradores do bairro.
O presidente da Associação dos Moradores do Jd. Novo Mundo, Luiz Eduardo Cardia, mapeou a situação e criticou a prefeitura da capital pela falta de diálogo com os moradores. Ele lembrou ainda que tanto o bairro de Moema quanto o Jd. Novo Mundo são residenciais, compostos por prédios antigos cujos moradores dispõem, na sua maioria, de mais de um carro na família para uma só vaga na garagem, só sobrando a rua como alternativa de estacionamento, sem contar os serviços de "vallets", que cobram dos clientes dos estabelecimentos o serviço de guarda de carro mas os deixam nas ruas, ocupando vagas públicas e descumprindo a legislação, que os obriga a colocar os veículos em lugar fechado e com seguro. "Vamos procurar a CET para um acordo, um diálogo que até então não existiu", disse ele.
Lygia Horta, que preside a Associação dos Moradores e Amigos de Moema, reclamou que além de não terem sido consultados, os moradores e comerciantes vivem um caos porque suas rotinas foram alteradas drasticamente e a única solução é, na sua opinião, a volta das vagas para os automóveis.
Marcelo Sampaio e Maria Carolina, comerciantes da região, afirmam que as quedas no faturamento chegam a 40%. Segundo eles, não há estacionamentos nem espaços suficientes em Moema para a instalação. Taxistas e feirantes também reclamaram da falta de estudos técnicos para essa implementação, que prejudica carga e descarga, mudanças e uso de caçambas de entulho.
O deputado Carlos Giannazi informou que vai entrar com uma representação no Ministério Público solicitando a ação do órgão para que a prefeitura exponha seus critérios e possa, por ação do MP, rever ou ajustar a medida. Disse também que pedirá, nas comissões de Direitos Humanos e de Transportes da Assembleia Legislativa, a convocação do secretário de Transportes, Alexandre de Morais, a fim de que ele explique essas alterações.
Uma comissão de moradores está organizando um abaixo-assinado e um ato público, que ocorrerá no próximo dia 22 de maio, às 11h, próximo ao Shopping Ibirapuera, quando pretendem chamar a atenção das autoridades e da imprensa para a situação.
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