Serviço de proteção à mulher pode ser implantado na Assembleia
14/06/2012 20:23 | Da Redação
O aumento das estatísticas de violência contra as mulheres é objeto do Projeto de Resolução 12/2012, de autoria do deputado Adriano Diogo (PT) e publicado no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira, 14/6.
A matéria cria, no âmbito da Assembleia Legislativa, o serviço de combate à violência contra a mulher, o SOS-Violência contra a Mulher, que terá como principal atribuição colaborar com entidades públicas e particulares na coibição desse crime, conforme a Lei federal 11.342/2006, conhecida como Lei Maria da Penha.
De acordo com a proposta, são atribuições do SOS-Violência contra a Mulher receber e encaminhar aos órgãos competentes, para apuração e aplicação das penalidades legais, as denúncias de violência contra a mulher; combater e denunciar os casos de agressão ocorridos no território estadual; implementar ações de combate à violência; participar e promover atos, reuniões, eventos, seminários, audiências e outras ações, com a finalidade de combater toda e qualquer discriminação e violência à mulher e oferecer, gratuitamente, orientação psicológica e jurídica às mulheres vítimas de violência. As denúncias de agressão deverão ser escritas e assinadas pelos interessados ou subscrita por associação, com a indicação do fato e, se houver, com indicação de testemunhas.
Em sua justificativa, Adriano Diogo lamenta que a ausência de políticas e equipamentos públicos adequados contribuam para maior penalização das vítimas e colabore com o aumento desse crime. Conforme dados apresentados por Diogo, no interior o número de estupros aumentou cerca de 17% (os dados têm como base o primeiro quadrimestre de 2010). Esses números são da Secretaria de Segurança Pública e apontam, ainda, que de janeiro a março de 2011 ocorreram 1.193 casos de estupros e de outubro a dezembro foram registradas 1.404 denúncias.
Somente no primeiro trimestre de 2012 foram computadas 17,9 mil casos de agressões contra a mulher em todo o Estado. Isso significa que a cada hora duas mulheres são agredidas e, na maioria dos casos, a prática é cometida por seus companheiros.
Notícias mais lidas
- Projeto Cívico-Militar começa em 100 escolas de SP na segunda-feira, 2/02
- Alesp aprova e motos de até 180 cilindradas não pagam mais IPVA em SP
- Plenário da Alesp aprova Orçamento estadual para 2026; receita prevista é de R$ 382,3 bilhões
- Dezembro Vermelho: pesquisas de cura do HIV avançam em universidade pública paulista
- Deputada aprova isenção de IPVA para motos até 180 cilindradas
- Projeto que dá direito à merenda escolar a profissionais da educação avança na Alesp
- Seduc pretende substituir professores de educação especial por cuidadores sem formação
- Lei nacional reconhece professoras de educação infantil como integrantes do magistério
- Sessão Inaugural abre trabalhos legislativos da Alesp em 2026
Lista de Deputados
Mesa Diretora
Líderes
Relação de Presidentes
Parlamentares desde 1947
Frentes Parlamentares
Prestação de Contas
Presença em Plenário
Código de Ética
Corregedoria Parlamentar
Perda de Mandato
Veículos do Gabinete
O Trabalho do Deputado
Pesquisa de Proposições
Sobre o Processo Legislativo
Regimento Interno
Questões de Ordem
Processos
Sessões Plenárias
Votações no Plenário
Ordem do Dia
Pauta
Consolidação de Leis
Notificação de Tramitação
Comissões Permanentes
CPIs
Relatórios Anuais
Pesquisa nas Atas das Comissões
O que é uma Comissão
Prêmio Beth Lobo
Prêmio Inezita Barroso
Prêmio Santo Dias
Legislação Estadual
Orçamento
Atos e Decisões
Constituições
Regimento Interno
Coletâneas de Leis
Constituinte Estadual 1988-89
Legislação Eleitoral
Notificação de Alterações