Surdos explicam importância do ensino de libras já no início da infância
28/09/2012 20:08 | Da Redação: Beth Avelar Fotos: Márcia Yamamoto
Nesta quinta-feira, 27/9, no auditório Teotônio Vilela, foi realizada reunião, promovida pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL), sobre os direitos dos surdos. O evento marcou a passagem do Dia Mundial do Surdo, que é comemorado no último domingo do mês de setembro. "Temos obrigação de levar as demandas que vocês trazem para o governo estadual, e para esta intermediação podem contar com nosso apoio", afirmou o parlamentar.
Durante o evento houve uma apresentação teatral do ator Sandro Pereira e palestras sobre o assunto. O professor do Colégio Rio Branco, pedagogo Alexandre Melender, que é surdo, explicou que a língua de sinais nasceu por volta de 1700, pelo abade Charles-Michel L" Épée, em Paris. Depois, pouco a pouco, a língua dos sinais foi sendo abolida, tendo sido proibida no Brasil em 1880.
"Em 1999, começou a ser desenvolvida a perspectiva bilíngue, ou seja, que a primeira língua dos surdos é a língua dos sinais e a segunda língua o português. Não somos deficientes auditivos, somos surdos. A língua brasileira de sinais (libras) é uma língua materna das comunidades surdas brasileiras", disse o pedagogo.
Ele informou que pesquisas apontam para a importância da aquisição da língua de sinais por crianças surdas o mais cedo possível, uma vez que é por meio dela que a criança poderá constituir-se como sujeito da linguagem. "Neste sentido, a escola precisa estar preparada para captar o potencial do educando, valorizar e respeitar a diversidade sociocultural e linguística", acrescentou.
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