Ato solene lembra os 40 anos da queda de Salvador Allende
12/09/2013 18:35 | Joel Melo Fotos: Márcia Yamamoto
Há 40 anos, as forças golpistas chilenas atacaram o palácio presidencial La Moneda com o intuito de depor o presidente eleito Salvador Allende. As consequências desse ataque e da ditadura militar que se instalou em seguida foram lembrados no ato solene que a Comissão da Verdade promoveu nesta quarta-feira, 11/9. Ao abrir o encontro, em que participou ativamente a colônia chilena, Adriano Diogo (PT), presidente da comissão, falou da importância dessa memória permanecer viva enquanto, segundo ele, houver impunidade aos que mataram e torturaram no Chile.
Ivan Seixas, que falou em seguida, disse que a notícia da queda de Allende atingiu fortemente os brasileiros, principalmente os que estavam presos, como o próprio Ivan e Adriano Diogo, que viram cair por terra a esperança de uma ajuda chilena para os ativistas brasileiros.
Escolha do socialismo
Ivan ainda lembrou que o Chile recebeu muito bem os brasileiros que fugiram da ditadura militar brasileira, e que havia grande similaridade entre as opções políticas do Chile e do Brasil, países que escolheram o socialismo pela via eleitoral. "As histórias trágicas do Brasil e do Chile se parecem muito e isso nos aproxima", disse Ivan. Depois de 40 anos, exigimos a apuração dos crimes e a punição dos criminosos, que foram apoiados pelo imperialismo americano, o mesmo que hoje espiona documentos da presidência do Brasil, da Petrobrás, e que marca hora para a invasão da Síria.
Na mesma linha de raciocínio, o procurador de Justiça Plínio Gentil disse que é hora da nossa história ser passada a limpo de verdade e que a anistia não se aplica a crimes contra a humanidade e que se deve, sim, apurar os crimes e punir os responsáveis.
Chilenos
Renan Adolfo Morales fez uma retrospectiva da vida no Chile, desde a eleição de Allende, quando as forças golpistas tentaram impedi-lo de assumir a presidência e foram derrotadas, até o golpe que resultou no suicídio de Allende, em 11/9/1973, quando o exército, apoiado pelo imperialismo americano, assumiu o governo do Chile.
Durante o ato, houve apresentação dos grupos Canto Livre " que apresentou uma versão musical do último discurso de Allende, e América Morena " que entoou canções do poeta Victor Jara, preso, torturado e morto pela ditadura chilena.
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