Seminário coloca artes marciais na perspectiva do desenvolvimento humano
18/08/2015 18:26 | Da Redação Fotos: Roberto Navarro
Em sua terceira edição, o Seminário de Artes Marciais, realizado pela Comissão de Assuntos Desportivos da Assembleia Legislativa, com o apoio da Liderança do Partido dos Trabalhadores, debateu nesta terça-feira, 18/8, o tema Artes Marciais na Perspectiva das Instituições Sociais.
O professor Walter Roberto Correia, da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo " um dos coordenadores do evento, ao lado do professor Daniel Carreira Filho " afirmou que, além de práticas conhecidas, como o MMA, "há outros setores das artes marciais que têm potencial para desenvolver os múltiplos lados que compõem a condição humana".
Nesse sentido, artes marciais que não estão em evidência podem colaborar com a sociedade em diversas frentes, para além do mundo do entretenimento e da competição, observou Correia.
Uma das contribuições pode vir do sistema ving tsun, que faz parte da milenar arte marcial chinesa conhecida como kung fu. "O kung fu não pode ser ensinado, porque tem uma característica única. O que podemos fazer é gerar condições de aprendizagem, para que o aluno aprenda por si", afirmou o mestre Leo Imamura, líder da Moy Yat Ving Tsun Martial Intelligence.
Segundo ele, o ving tsun propicia o desenvolvimento humano a partir de uma experiência marcial (que Imamura comparou à "premência da morte"), em que "o combate é simbólico e no qual surge a oportunidade de reflexão sobre reações que estão além de nossas reações sociais".
Imamura destacou ainda que, sob essa perspectiva, trata-se de uma forma de educação em que "a cognição vem através do corpo, que é o grande instrumento de aprendizagem que a natureza nos deu".
Com a apresentação de trechos de filmes que ilustravam seus pontos de vista " entre eles "Operação Dragão", com Bruce Lee, e "Herói", do diretor Zhang Yimou ", Imamura remeteu às origens da arte marcial chinesa e o pensamento que valoriza a vitória antes de lutar, "a arte de lutar sem lutar".
Também integrante da Moy Yat Ving Tsun Martial Intelligence, o mestre Washington da Fonseca falou no evento sobre a arte marcial e as tecnologias de informação e comunicação, abordando a divulgação das artes marciais desde livros e revistas especializadas nas décadas de 1970 e 1980 até o advento da internet, com o aumento da conectividade entre as pessoas e da capacidade de gerar informação velozmente.
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