Audiência pública debate medidas para evitar extinção da banda sinfônica paulista
07/02/2017 21:00 | Da Redação Fotos: José Antonio Teixeira
Integrantes da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, acompanhados pelo maestro Marcos Sadao Shirakawa, participaram de uma audiência pública, na Assembleia Legislativa, nesta terça-feira, 7/2, para encontrar uma saída para a permanência da banda, que sofre ameaça de extinção. Proponente do encontro, o deputado Carlos Giannazi (PSOL) declarou que a Assembleia apresentou uma emenda ao Orçamento de 2017 direcionando à banda verba de R$ 5 milhões, quantia que garantiria seu funcionamento, mas que foi contingenciada pelo governador.
Ao falar sobre esse montante, o deputado disse que num orçamento de mais de R$ 200 bilhões, essa verba chega a ser insignificante, mas que esse corte demonstra - no seu entendimento - a falta de atenção que o Estado tem para com a cultura e os músicos.
Já o deputado Luiz Carlos Gondim (SD), idealizador da Frente Parlamentar em apoio às Bandas e Fanfarras do Estado de São Paulo, lamentou o contingenciamento da verba. Gondim citou ação do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, que distribuiu acessórios de bandas para alunos, incentivando a música nas escolas. Ele entende que São Paulo "fecha as portas do bem para os estudantes e, consequentemente, abre as portas do mal".
Outro a apoiar a permanência da Banda Sinfônica foi o deputado Zico Prado (PT). Ao falar da verba de R$ 5 milhões, disse que o governador contingenciou por "pirraça", porque essa verba, apesar de garantir a existência da banda, não vai impactar o equilíbrio financeiro do Estado.
Giannazi anunciou que o Colégio de Líderes, em reunião realizada pouco antes da audiência, deu um passo importante no sentido de resolver a questão, porque aprovou o envio de documento, assinado por todos os líderes partidários, pedindo ao governador a liberação da verba. Também foi decidido que o líder do Governo, Cauê Macris, vai levar novamente a reivindicação da Assembleia ao governador Geraldo Alckmim. Giannazi valorizou, entretanto, a atuação dos integrantes da banda e dos que apóiam a cultura em São Paulo, dizendo que as medidas tomadas pela Assembleia são importantes, mas que a movimentação que a banda faz, se apresentando em diversos lugares e levando ao conhecimento do público suas dificuldades, é fundamental.
Ao final, o maestro Marcos Sadao fez um histórico dos 27 anos de profissionalização da banda.
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