Audiência pública debate corte do programa de apoio à docência
O corte do programa federal PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) foi tema principal da audiência pública na Assembleia Legislativa da última quarta-feira (1º/11). A reunião presidida pela deputada Márcia Lia (PT) contou com a presença de pesquisadores, professores e bolsistas do programa, que demonstraram os benefícios e avanços que ele oferece à educação pública.
O PIBID, regulamentado em 2010, oferece bolsas de iniciação à docência. Ao longo do programa, os bolsistas se dedicam ao estágio em escolas públicas e, quando graduados, se comprometem a dar aulas na rede pública.
O objetivo é melhorar a qualidade do ensino público e integrar a educação superior à educação básica. O auxílio possui várias modalidades de bolsas, que vão desde a iniciação à docência, até a coordenação institucional. "O projeto garante melhora significativa da educação na base", afirma Márcia Lia. "Não podemos permitir que ele seja extinto, muito menos substituído. O fim dessa iniciativa seria um retrocesso para a educação. Defendemos a prorrogação desse edital."
Para a professora e pesquisadora Marli André, da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), o programa traz resultados positivos tanto para quem é bolsista como para os professores que atuam nas escolas. "Nós fizemos uma avaliação com bolsistas que já podem atuar na área, na qual eles foram ouvidos sobre a formação recebida. Os resultados foram positivos e mostraram os benefícios de estar em contato com diferentes metodologias de ensino e de vivenciar o dia a dia das escolas públicas", disse.
Marli afirma que a maioria dos professores ouvidos em outro levantamento se manteve na rede pública. "64% daqueles que participaram do PIBID estão atuando na escola pública, ou seja, esse investimento está sendo revertido em resultados. A maioria daqueles que não estão atuando nas escolas públicas está à espera de concursos públicos", completa.
Márcia Lia pretende encaminhar essas avaliações para a Comissão de Educação e Cultura, da Alesp, para obter também o apoio de outros parlamentares. "Com o apoio de mais deputados, poderá ser feita uma moção de apelo a ser enviada ao Ministério da Educação", disse.
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