Campanha trabalha na prevenção do câncer de cabeça e de pescoço
Cerca de 41 mil pessoas são atingidas, anualmente, pelo câncer de cabeça e de pescoço, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Neste mês de julho, estão sendo realizadas mobilizações em todo Brasil para alertar sobre a doença. A cor verde foi a escolhida para representar a campanha mundial que visa informar a população sobre os tratamentos e as formas de prevenção.
Fumantes e pessoas que fazem uso frequente de bebidas alcoólicas são o principal alvo, mas a frequência do diagnóstico prevalece nos indivíduos jovens (menores que 45 anos), com tumores originados pelo HPV (Human Papiloma Virus), ou vírus do papiloma humano, doença sexualmente transmissível mais comum no mundo.
Como qualquer outra doença, o diagnóstico precoce e o rápido início do tratamento são fundamentais para a cura do câncer de cabeça e pescoço. A descoberta tardia, que ocorre em 60% dos casos, é um dos principais problemas e que acaba deixando sequelas no paciente.
A proposta da campanha é utilizar a cor verde e a hashtag #julhoverde para disseminar a informação sobre o tema e atingir o maior número possível de pessoas, com ações na internet, redes sociais e nas ruas.
Regiões como boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe (onde é produzida a voz), esôfago, tireoide e seios paranasais são englobados no termo "cabeça e pescoço". Segundo levantamento do Inca, o câncer de boca, laringe e demais locais é o segundo mais frequente entre os homens, atrás somente do câncer de próstata. Nas mulheres, o mais frequente é o câncer da tireoide.
Políticas públicas
Na Assembleia Legislativa, um projeto de lei institui o "Dia Estadual de Combate e Conscientização do Câncer de Cabeça e Pescoço". A medida quer garantir a promoção de exames, seminários, palestras, workshops, teatro, e exposições de painéis alusivos ao combate e conscientização do câncer de cabeça e pescoço.
"Milhões de pessoas sofrem com o diagnóstico tardio, tratamento inadequado e falta de programas de reabilitação, a conscientização para o diagnóstico precoce salvará muitas vidas", diz o autor da iniciativa, o deputado Coronel Telhada (PP). O PL 500/2017 está pronto para ser votado no plenário.
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