Slime na mira: venda de bórax pode ser proibida no estado
O deputado Altair Moraes apresentou o Projeto de Lei 709/2019 que proíbe a comercialização do ácido bórico, borato de sódio, tetraborato de sódio no Estado de São Paulo. O bórax tem sido utilizado indiscriminadamente por crianças, de todas as idades, para a confecção de uma massinha popularmente chamada de slime.
A substância é encontrada em vários remédios e produtos de limpeza em geral para clarear materiais brancos, reduzir odores, limpar e desinfetar ambientes. Os efeitos tóxicos para a saúde podem acontecer por ingestão, inalação ou contato na pele, em especial, se houver feriadas abertas, queimaduras, escamações e outras lesões.
Recentemente uma criança foi internada em São Paulo com um quadro de gastroenterite. Os exames apresentavam resultados normais, exceto por uma inflamação nos gânglios linfáticos, que combatem infecções e sinalizam quando um paciente está doente. Os médicos constataram que se tratava de um envenenamento por ácido bórico.
As receitas para a fabricação da massinha caseira estão disponíveis na internet, instruindo crianças e adolescentes a fabricarem a própria geleca. Independente da fórmula para a fabricação, alguns ingredientes se repetem, como cola branca, água boricada e o bórax.
"Aparentemente, o slime parece inofensivo, mas não é bem assim. O produto é vendido indiscriminadamente, inclusive pela internet, sem nenhuma advertência para quem o consome. E seu consumidor final, lamentavelmente, são as crianças que ficam expostas aos perigos que o produto oferece" disse o deputado Altair Moraes.
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