"70% dos voos de táxi aéreo no Brasil são irregulares"
A afirmação é do assessor técnico da Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG), Raul Marinho, ouvido pela CPI do Táxi Aéreo da Alesp, em reunião realizada nesta quarta-feira (21/8) no Plenário Dom Pedro I.
Marinho foi questionado pelos parlamentares sobre o panorama da operação das empresas que prestam o serviço. O assessor ainda apresentou aos deputados um termo novo: taqueiros. É como são chamados os donos de empresas ou aeronaves que praticam o Taca, abreviação de transporte aéreo clandestino.
Membro substituto da CPI, o deputado Castello Branco (PSL) ressalta a importância do trabalho do grupo, alertando para as estatísticas. "A CPI do Táxi Aéreo é importantíssima e não está tendo o devido respeito. São cerca de 15 mil aeronaves, os números são superlativos. Os acidentes são recorrentes e a população não tem noção que as aeronaves não tem manutenção, o piloto não é piloto. É necessário endurecer a legislação e a fiscalização", declarou.
Presidente da CPI, o deputado Delegado Olim (PP) foi direto ao comentar qual será o trabalho da comissão. "A ANAC não faz seu papel e nós vamos começar a cobrar. A quantidade de acidentes e de fiscalização não bate. A multa vai aumentar, vai arder no bolso. Vamos atrapalhar essas pessoas que estão utilizando o avião de forma ilegal", ponderou Olim.
Raul Marinho explicou quais medidas estão sendo tomadas pela ANAC na fiscalização desse tipo de atividade. "A ANAC tem investido bastante em inteligência para maximizar a eficiência das inspeções de rampa. Ano passado e este ano, diversos artistas e cantores foram pegos nessas inspeções e é muito mais fácil fiscalizar quando se tem uma agenda pública e quando eles são pegos o apelo é forte na mídia", exemplificou.
Além dos citados, estiveram presentes na reunião os deputados Dr. Jorge do Carmo, Marcio Nakashima, Rodrigo Gambale e Rogério Nogueira.
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