Iamspe contrata exames sem licitação
Carlos Giannazi quer uma investigação sobre o contrato de R$ 42 milhões firmado em 2018, sem licitação, entre o Iamspe e a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi), uma das 20 empresas terceirizadas que atuam no Hospital do Servidor Público Estadual.
Em 2017, uma auditoria da Controladoria Geral do Município de São Paulo (CGM) já havia apontado irregularidades em contrato semelhante entre a Fidi e o Hospital do Servidor Público Municipal. A apuração revelou um superfaturamento no preço dos exames que, desde 2013, provocou prejuízo ao erário de R$ 10,6 milhões. Além disso, a tomada do serviço " de mais de R$ 30 milhões " não poderia ter sido feita sem licitação.
Em 2014, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) também considerou ilegal um contrato da Fidi com a prefeitura de São Caetano do Sul. Celebrado em 2009 ao custo de R$ 5,1 milhões, também sem licitação.
Giannazi afirma que os indícios de irregularidades são ainda maiores no Iamspe, haja vista o afastamento, em 2018, do então superintendente Latif Abrão Júnior, acusado pelo MP de causar prejuízo de R$ 400 milhões em contratos com a empresa Qualicorp.
"O governo faz uma gestão autoritária, sem participação dos servidores, apesar de serem eles que sustentam o Iamspe com a contribuição de 2%. Só com gestão democrática e contrapartida do governo no financiamento poderemos reverter décadas de sucateamento do instituto."
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