Letramento de gênero é tema de curso promovido pela Procuradoria das Mulheres da Alesp

Encontro teve a participação da procuradora de Justiça criminal do Ministério Público de São Paulo, Nathalie Kiste Malveiro, e da promotora de Justiça de enfrentamento à violência doméstica da Capital e coordenadora do Núcleo de Gênero do MP paulista, Vanessa Therezinha Sousa de Almeida
11/03/2026 17:02 | Parceria com ILP | Da Redação: Fotos: Gabriel Eid

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Curso foi realizado em formato presencial e online<a style='float:right;color:#ccc' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-03-2026/fg361662.jpg' target=_blank><i class='bi bi-zoom-in'></i> Clique para ver a imagem </a> Perugini: tema foi sugerido pelas mulheres<a style='float:right;color:#ccc' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-03-2026/fg361663.jpg' target=_blank><i class='bi bi-zoom-in'></i> Clique para ver a imagem </a> Procuradora de Justiça Nathalie Kiste Malveiro<a style='float:right;color:#ccc' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-03-2026/fg361643.jpg' target=_blank><i class='bi bi-zoom-in'></i> Clique para ver a imagem </a> Promotora de Justiça Vanessa Almeida<a style='float:right;color:#ccc' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-03-2026/fg361644.jpg' target=_blank><i class='bi bi-zoom-in'></i> Clique para ver a imagem </a>

A Procuradoria Especial das Mulheres da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo promoveu nesta quarta-feira (11), o curso "Letramento de Gênero: enfrentamento à violência contra as mulheres". A atividade foi realizada no formato híbrido (presencial e on-line), em parceria com o ILP (Instituto do Legislativo Paulista).

De acordo com a procuradora especial das mulheres da Alesp, deputada Ana Perugini (PT), o curso de letramento cumpre uma das missões da Procuradoria: atuar na formação, para que mulheres possam conhecer e fazer valer seus direitos. "Assumimos a Procuradoria com o compromisso de estruturá-la e torná-la um espaço de acolhimento, encaminhamento das denúncias e formação. O curso de letramento faz parte dessa proposta. As mulheres precisam entender a origem da nossa estrutura social para enfrentar problemas como a desigualdade e a violência", afirmou a procuradora.

Ana Perugini explica que o tema foi sugerido por mulheres. "Recebemos coletivos femininos na Procuradoria que apontaram a necessidade de discutirmos o letramento de gênero", explicou. "Letramento é mais complexo do que somente dominar o código. Paulo Freire identificou o letramento como um ato político e libertador. As palavras carregam consigo ideias, conceitos e pensamentos e podem ser a reprodução de uma leitura de mundo. Nesse sentido, esse evento torna-se uma ferramenta e é essencial para o conhecimento do ser mulher no mundo atual", comentou.

Daniel Garroux, diretor-executivo do ILP, destacou que o Instituto tem como missão fazer esse "meio de campo" entre o conhecimento acadêmico e o Legislativo, buscando embasar a elaboração de políticas públicas.

O curso

O curso teve a participação da procuradora de Justiça criminal do Ministério Público de São Paulo e especialista em Vitimologia, Nathalie Kiste Malveiro, e a promotora de Justiça de enfrentamento à violência doméstica da capital e coordenadora do Núcleo de Gênero do MP paulista e mestre em Direito, Vanessa Therezinha Sousa de Almeida.

O conteúdo do curso pode ser conferido na íntegra abaixo:

alesp