Deputado apoia luta dos ferroviários contra a concessão da CPTM
30/03/2023 12:22 | Atividade Parlamentar | Da Assessoria do deputado Luiz Claudio Marcolino
Na manhã desta quarta-feira, dia 29 de março, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), o deputado estadual Luiz Claudio Marcolino do Partido dos Trabalhadores (PT) se reuniu com uma comissão de representantes do Sindicato dos Ferroviários, liderada pelo presidente Eluiz de Matos.
O posicionamento da categoria é contrário à concessão da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), uma vez que a experiência com trechos concedidos (linhas 08 e 09, além da linha 5 do metrô), demonstra que a privatização de serviços do transporte público coletivo não aprimora o atendimento à população, tampouco contribui para melhores condições de trabalho da categoria. Dados divulgados pela imprensa indicam que desde que a concessionária ViaMobilidade assumiu as linhas 08 e 09, em janeiro de 2022, houve aumento de 275% nas falhas do serviço em um ano de gestão privada, comparado ao período anterior em que as linhas eram de responsabilidade da CPTM.
Considerando o período de um ano, tivemos as seguintes ocorrências:
2019-2020 - 45 falhas - CPTM
2020-2021 - 07 falhas - CPTM
2021-2022 - 19 falhas - CPTM
2022-2023 - 132 falhas - ViaMobilidade
O deputado Marcolino (PT) usou o espaço na tribuna do Plenário Juscelino Kubitschek para criticar o projeto do governo estadual de privatização de linhas da CPTM. "Não entendemos o motivo do governador querer privatizar ou fazer a concessão de linhas da CPTM. Estamos juntos com os trabalhadores ferroviários para que não privatizem", disse. A empresa ViaMobilidade assumiu um serviço público funcionando muito bem, com mínimos erros.
Dentro de um ano, provocou o aumento de 275% nas falhas, aumentando e muito os riscos de acidentes à população e transtornos aos trabalhadores e trabalhadoras. E ainda, os ferroviários denunciam que depois de janeiro, mais falhas ocorrem, como até passageiros andarem na linha do trem por falhas no sistema. Também houve descarrilamentos, atrasos constantes, risco de colisões, entre outros.
Os problemas da concessão são muitos e o governador Tarcísio de Freitas insiste em estender esse modelo de privatização fracassado - que não é bom para o trabalhador e trabalhadora, não funciona direito, e muito menos melhorou a mobilidade urbana para o povo que continua pagando caro por um serviço ruim.
As pessoas viajam aglomeradas, sem segurança e ainda pagam por isso.
O transporte público, seja via ônibus, trem ou metrô precisa melhorar, de fato. Mas não é a privatização que proporciona esse salto na qualidade do atendimento à população. Somente com investimento do Estado, com uma gestão séria e competente, com zelo pelo erário público
que as melhorias almejadas serão atingidas. O deputado Luiz Claudio Marcolino é contra o retrocesso no transporte público. Não à concessão da CPTM.
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